sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Acreditar é preciso
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Um exercício de consciência

Na sua edição de 19 de Agosto, o jornal ipublicou uma notícia sobre a Iniciativa Novas Oportunidades intitulada "Certificados do 12º ano vendidos na Internet por 400 euros", que podem consultar e comentar aqui.
Ainda que a notícia veicule não verdades, prontamente esclarecidas pela Agência Nacional para a Qualificação, Agência que regula os Centros Novas Oportunidades e cujo esclarecimento juntamos, a mesma deve fazer-nos reflectir sobre a nossa conduta e consciência, pois cada um de nós faz a diferença e dá o exemplo.
Não é por acaso que, por vezes em tom de desabafo, ouvimos dizer que somos exigentes; esta notícia vem reforçar a nossa exigência (que alguns considerarão sempre demasiada) e sublinhar as nossas orientações para utilizarem a Internet ou outras fontes apenas como meio de aprendizagem e não de plágio.
Apraz-nos poder dizer que acompanhamos e certificamos bons exemplos de conduta e consciência.
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"ESCLARECIMENTO DA ANQ
O rigor e verdade que as Novas Oportunidades merecem
Na sua edição do dia 19 de Agosto de 2010 o Jornal i apresenta na primeira página o seguinte título: “Certificados do 12º ano vendidos na internet por 400 euros”.
Mais do que bombástica, a notícia é falsa. Aliás, é desmentida no próprio jornal, cujo artigo refere a compra de portfolios reflexivos de aprendizagem, isto é, de trabalhos, o que é radicalmente diferente. Uma coisa é tentar vender um trabalho e outra é vender-se um certificado. O primeiro é sujeito a um processo de análise aprofundada pelos formadores e pelos Júris, o qual permite detectar qualquer tentativa de fraude e impede, de facto, o acesso ao certificado, se o trabalho for “falso”.
O certificado só é atribuído após um processo prolongado de escrutínio com vista a reconhecer e validar as competências possuídas.
A Agência Nacional para a Qualificação (ANQ) detectou, há alguns anos atrás, a existência de um mercado ilegal de venda de trabalhos, que constitui burla. Por isso foi a própria ANQ a denunciar os casos de que teve conhecimento ao Ministério Público.
O que o Jornal i faz é um trabalho supostamente jornalístico, fugindo à verdade, dizendo meias verdades e deixando no ar suspeitas infundadas.
Ao contrário do que diz o jornal, nas visitas de acompanhamento dos Centros Novas Oportunidades realizadas pela ANQ, não se detectou a “existência de alunos certificados com trabalhos retirados integralmente da internet”. Apenas se detectou nalguns portfolios reflexivos de aprendizagem, de muitas centenas de páginas, alguns pequenos textos retirados da internet. Com as devidas citações e referências. Não se trata, portanto, de qualquer tentativa ilícita de obtenção de diplomas. Trata-se porém de uma prática a corrigir e que deu origem a orientações nesse sentido.
O número de casos detectados é irrelevante. Dizer, como diz a jornalista, que “Porém, o universo é suficientemente vasto para ter justificado o envio da nota de orientação aos Centros Novas Oportunidades” é um abuso e uma mistificação que não colam bem com a ética da verdade e do rigor que deveria pautar todo o trabalho jornalístico.
Tal como o são dizer-se que foram detectados “dezenas de casos…”, para depois se afirmar que não existem números, mas que serão grandes, porque caso contrário não existiria a orientação para evitar que um erro seja cometido.
Deve acrescentar-se que as orientações que a jornalista refere foram divulgadas através de e-mail a toda a rede de Centros Novas Oportunidades. Da internet foram retirados os valores de todas as campanhas de mobilização e divulgação da Iniciativa Novas Oportunidades realizadas pela ANQ. A prática da ANQ é transparente."
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Concurso Euroskills 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Novas Oportunidades para as Empresas
Decorreu hoje nas instalações da Incubadora de Empresas da Figueira da Foz o Seminário da 2ª edição do programa QI PME Centro - Qualificação e Inovação, promovido pela ACIFF, no qual participou também o Centro Novas Oportunidades da ACIFF, uma vez que um dos objectivos daquele programa é elevar a competência competitiva das empresas, mediante acções de formação e consultoria que visam proporcionar um melhor desempenho nas mesmas, objectivo para o qual o CNO intervém dando apoio às empresas no levantamento e diagnóstico das necessidades de qualificação dos seus colaboradores, divulgando a oferta educativa e formativa existente no concelho, prestando um serviço de orientação vocacional aos seus colaboradores, encaminhando-os para ofertas formativas e promovendo processos de reconhecimento de competências adquiridas por via da experiência com o objectivo de aumentar a sua qualificação escolar e apoiar na obtenção da certificação profissional.
Se no arranque na Iniciativa Novas Oportunidades, em
Ø O reconhecimento, cada vez maior, nas empresas que apostam na qualificação dos seus colaboradores, concretizado na distinção do Selo de Empresa Qualificante, uma marca que causará certamente impacto no mercado, funcionando como elemento diferenciador das empresas que o garantam e cuja candidatura se encontra em aberto até 30 de Setembro. Para o efeito, contará o protocolo com o Centro Novas Oportunidades como factor pontuado nas candidaturas ao financiamento de projectos de formação no âmbito do POPH.
Ø O reconhecimento de que, tanto a formação como o processo de reconhecimento de competências, são estratégias fundamentais na qualificação portuguesa, reforçado no actual Código de Trabalho, no seu artigo 131º, cuja frequência em horário laboral conta para o cumprimento das 35 horas de formação anual que a lei obriga as empresas a disponibilizar aos seus colaboradores e que, a partir do próximo ano, será obrigatoriamente evidenciado no novo Relatório Anual que as empresas passaram a ter de entregar este ano à Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT).
Ø O reforço de que certas profissões necessitam da obtenção de Certificado de Aptidão Profissional e que, muitas vezes, é possível obter pela via da experiência, requerendo determinada escolaridade mínima de acesso (por vezes, o 9.º ano, outras o 12.º) e da crescente exigência do mercado a este nível; quer pela acção das entidades fiscalizadoras, quer por algumas empresas quando contratam ou subcontratam, muitas vezes por exigência dos SGQ (Sistemas de Gestão da Qualidade).
E as empresas que apostam na qualificação dos seus colaboradores, destacam como mais valias, as seguintes:
Ø aumento de responsabilidade dos seus colaboradores
Ø aumento da qualidade da empresa (vantagem competitiva no concurso a financiamento)
Ø melhoria da auto-estima e auto-confiança dos seus colaboradores
Ø maior envolvimento com a cultura organizacional
Ø melhoria da capacidade de auto-gestão
Ø maior disponibilidade para a aprendizagem
Ø melhoria da relação com os colegas
Ø vantagem no trabalho em equipa
Ø melhoria das competências de literacia e de TIC dos seus colaboradores
terça-feira, 27 de julho de 2010
Verallia continua a apostar na qualificação dos seus colaboradores
No passado dia 26 de Julho de 2010, mais cinco colaboradores da empresa Verallia (Saint-Gobain), Fontela viram reconhecidas as suas competências adquiridas ao longo do seu percurso de vida pessoal, profissional e social, permitindo-lhes a tão ambicionada equivalência ao 12º ano de escolaridade, no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades.
Os finalistas deste Processo RVCC consideram esta etapa como uma forma de motivação para os restantes colegas que ainda não concluíram o Processo e uma oportunidade em termos de evolução e qualificação pessoal e profissional, deixando-lhes a ideia de quão importante é o aumento da escolaridade nos tempos em que “já não existe um emprego para toda a vida”.
Todos eles referiram que a “passagem pelo Processo RVCC foi muito gratificante e enriquecedora”. Luís Nogueira disse que: “reviveu momentos do passado, carregado de emoções e boas recordações dos tempos de estudante e que não o faria de outra forma”; António Sílvio mencionou que: “depois de concluído este Processo, sinto-me mais e melhor preparado para o futuro e com isto quero dizer que poderei em termos profissionais crescer, tornando-me assim melhor profissional dentro da área em que estou inserido neste momento ou, quem sabe, numa outra área, uma porta que eventualmente se poderá vir a abrir”; Foi ainda referindo, na sessão de júri, por Jorge Ribeiro, Chefe de Equipa: “sinto-me feliz por ter chegado até aqui pois sinto que o 12º ano de hoje em dia é tão essencial como era o 4º ano em 1960 e temos de evoluir com os tempos”.
As Novas Oportunidades foram para estes candidatos uma nova oportunidade de regressar aos tempos da escola para concluírem o tão ambicionado ensino secundário que, por diversos motivos, não tinha sido, até à data, possível. Esta Iniciativa trouxe a todos eles uma maior auto-estima e auto-confiança, maior responsabilidade e, sobretudo, um espírito critico e reflexivo sobre temas actuais da nossa sociedade e que, até aqui ninguém, lhes tinha dado oportunidade de explorar!
Neste sentido, é de louvar o conhecimento, a atitude e o acompanhamento que a Verallia (Saint-Gobain Mondego), na pessoa da Dr.ª Célia Carrasqueiro, tem demonstrado, reforçando, desde o início, junto dos seus colaboradores com escolaridade inferior ao 12º ano para se inscreverem na Iniciativa, referindo a importância da instabilidade profissional que hoje se faz sentir no mercado de trabalho e, de uma eventual oportunidade que lhes podia ser útil um dia mais tarde para progressão profissional.
Muitas empresas, e a própria sociedade, descredibilizam a Iniciativa Novas Oportunidades, ou seja, que esta em nada mudará o desempenho dos colaboradores. É importante sensibilizar os empresários portugueses para o facto dos Processos de RVCC, realizados integralmente pelos Centros Novas Oportunidades, serem contemplados na nova legislação de trabalho, nas 35 horas de formação anual, para as quais serão obrigados a disponibilizar os seus colaboradores, quer em horário laboral ou pós-laboral. Também isto será obrigatoriamente evidenciado, a partir do próximo ano, no novo Relatório Anual que as empresas passarão a ter de entregar a partir deste ano à ACT – Autoridade para as Condições do Trabalho.
